domingo, 27 de março de 2011

Dia sete.




Eu gosto do número sete. Sete letras no nome (e no primeiro sobrenome), a soma de todos eles dá sete. É meu número de sorte, dizem. Não sei. Só sei que gosto dele. Gosto de números ímpares. Sou uma pessoa ímpar. Sim, só existe uma de mim. E sim, sou especial. Pra mim, para os meus. Só agora me dou conta do quão especial eu sou. Para mim. A pessoa mais importante que existe no mundo. No meu mundo. Auto estima é privilégio de poucos. Tenho descoberto a minha, aos poucos. Aqui e acolá, deslizo. Mas, ainda sou humana. 

Sete dias e uma crise compulsiva das mais fortes. Fazia tempo que não tinha uma dessas. Dói até o juízo quando penso. A culpa. Maldita culpa. 




Bom dia. 




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