sábado, 2 de abril de 2011

Dia treze. Das constatações.


Eu sou confusa, instável e naturalmente indecisa. Libriana típica. Começo agora a fazer idéia do que eu quero da vida e na vida. Mas já tenho certeza absoluta do que não quero. Não quero metade. Não quero migalhas. Não quero "o que dá". Não quero "o que tem pra hoje". Eu quero mais. Eu quero a plenitude, a paz, o sossego, a segurança. Eu quero o carinho, o amor incondicional, a lealdade. Eu quero o chamego, telefonemas no fim da noite, mensagens fofinhas no meio do dia. Eu só quero o que eu mereço. 







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